sexta-feira, 6 de fevereiro de 2015

É só uma cópia de uma crença antiga.

Oh, por Deus, por que nos preocuparmos com gente que viveu há 5.500 anos?
O livro O 12º Planeta, diz p.92:
“Numa curva do Eufrates, onde a fronteira Síria corta atualmente o rio, os escavadores revelaram uma cidade principal cujos edifícios foram erigidos e tornados a erigir, continuamente, entre os anos 3.000 e 2.000 a.C., em alicerces que datam de séculos anteriores. Estes remotos vestígios incluem uma pirâmide de degraus, templos e o palácio que ocupava 2 hectares”.
Nas câmaras de escrita os arqueólogos encontraram mais de 20 mil pranchas de barro com escritas cuneiformes. Elas contam histórias, são contratos de negócios e contêm estudos religiosos. 
(nesta pintura o rei Zinri-Lin, à esquerda, recebe o cetro de autoridade real da deusa que tem o pé sobre um leão - sinal de que é superior ao rei dos animais e dos homens - ela é Isthar)

Estes livros de barro revelam uma coisa espantosa:
“O Grande Pai dos Deuses, o Rei dos Deuses, aquele cujo domínio era a extensão dos céus, era AN, e seu símbolo, uma estrela.” As pessoas daquela época reservavam uma semana para homenagear seu Deus Supremo. “No último dia toda a região animava e celebrava a presença do divino. A um sinal do templo principal, os sacerdotes de todos os outros templos de Uruk tinham de acender fogueiras e os sacerdotes noutras cidades, vendo as fogueiras em Uruk, procediam do mesmo modo”.
Agora vem o espantoso, AN tinha um filho: “A segunda mais poderosa deidade do panteão sumério era ENLIL. Seu nome significava Senhor do Espaço. Ele era o filho mais velho de AN, nascido na residência celestial paterna. Mas em algum momento dos longínquos tempos, desceu à terra e tornou-se, deste modo, o principal Deus do céu e da terra. Quando os deuses se reuniam em assembleia na residência celestial, ENLIL presidia à reunião ao lado de seu Pai”.

Os grandes estudiosos, mas que não têm a verdadeira sabedoria, concluem que a crença cristã – Jesus subiu a céu, está sentado a direita de Deus Pai, de onde há de vir julgar os vivos e os mortos – é uma cópia de uma crença dos homens que viveram há 5.500 anos. Mas quem tem fé entende que o Espírito Santo havia revelado à eles uma grande realidade que então era só um projeto.