Oh, por
Deus, por que nos preocuparmos com gente que viveu há 5.500 anos?
O livro O
12º Planeta, diz p.92:
“Numa curva
do Eufrates, onde a fronteira Síria corta atualmente o rio, os escavadores
revelaram uma cidade principal cujos edifícios foram erigidos e tornados a
erigir, continuamente, entre os anos 3.000 e 2.000 a.C., em alicerces que datam
de séculos anteriores. Estes remotos vestígios incluem uma pirâmide de degraus, templos e o palácio que ocupava 2 hectares”.
Nas câmaras
de escrita os arqueólogos encontraram mais de 20 mil pranchas de barro com
escritas cuneiformes. Elas contam histórias, são contratos de negócios e contêm
estudos religiosos.
(nesta pintura o rei Zinri-Lin, à esquerda, recebe o cetro de autoridade real da deusa que tem o pé sobre um leão - sinal de que é superior ao rei dos animais e dos homens - ela é Isthar)
Estes livros de barro revelam uma coisa espantosa:
“O Grande
Pai dos Deuses, o Rei dos Deuses, aquele cujo domínio era a extensão dos céus,
era AN, e seu símbolo, uma estrela.” As pessoas daquela época reservavam uma
semana para homenagear seu Deus Supremo. “No último dia toda a região animava e
celebrava a presença do divino. A um sinal do templo principal, os sacerdotes
de todos os outros templos de Uruk tinham de acender fogueiras
e os sacerdotes noutras cidades, vendo as fogueiras em Uruk, procediam do mesmo
modo”.
Agora vem o
espantoso, AN tinha um filho: “A segunda mais poderosa deidade do panteão
sumério era ENLIL. Seu nome significava Senhor do Espaço. Ele era o filho mais
velho de AN, nascido na residência celestial paterna. Mas em algum momento dos
longínquos tempos, desceu à terra e tornou-se, deste modo, o principal Deus do
céu e da terra. Quando os deuses se reuniam em assembleia na residência
celestial, ENLIL presidia à reunião ao lado de seu Pai”.
Os grandes
estudiosos, mas que não têm a verdadeira sabedoria, concluem que a crença cristã
– Jesus subiu a céu, está sentado a direita de Deus Pai, de onde há de vir julgar
os vivos e os mortos – é uma cópia de uma crença dos homens que viveram há
5.500 anos. Mas quem tem fé entende que o Espírito Santo havia revelado à eles
uma grande realidade que então era só um projeto.

