O Orrorin
tugenensis é uma espécie extinta de hominídeo. Diz o Wikipedia que "os fósseis de, no mínimo, 5
indivíduos foram encontrados próximo à cidade de Tugen, Quênia. Eles são datados
de, aproximadamente, 6 milhões de anos (Mioceno). Os fósseis incluem um fêmur, que
sugere que o Orrorin andava de forma ereta; um úmero direito, sugerindo
habilidades de escalador, mas não de braquiação; e dentes que sugerem uma dieta
parecida com a dos humanos modernos. Outros fósseis encontrados nessas rochas
mostram que o Orrorin viveu em um ambiente arbóreo, mas não na savana como dito
por muitas teorias sobre evolução humana e, em particular, sobre as origens do
bipedalismo. O Orrorin é
claramente um hominídeo e, baseado nisso, foi datada a separação entre eles e
outros grandes macacos africanos para aproximadamente 7 milhões de anos atrás.
Isto é atestado pelo relógio molecular que indica: se a taxa de evolução
molecular é relativamente constante, então a quantidade de diferença genética
entre duas espécies dá uma medida do tempo desde sua separação evolutiva".
No livro As
Sandálias do Pescador um jesuíta paleontólogo diz: “O impulso principal foi
sempre para cima, na direção de um cérebro maior e de um organismo mais
complexo”.


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