O amigo
Luciano Moura me emprestou um livro, O Último Reino, de Barnard Cornweel, sobre
os Vikings. Na p 52 fala do martelo de Thor:
“- Que negócio é este no seu pescoço?
Mostrei. Era
um grosseiro martelo de ferro do tamanho do polegar de um homem.
- Ainda
vamos transformar você num dinamarquês.
O martelo
era o símbolo de Thor, filho de Odin. Falavam mais de Thor e me perguntava se o
filho não seria mais importante que o pai. Mas ninguém parecia se importar
muito com isso. Não havia sacerdotes entre os dinamarqueses, que não pareciam
muito preocupados com seus deuses, embora quase todos usassem o emblema do
martelo ao pescoço”.
Neste século
XXI a maioria faz tatuagens, usam amuletos e a cruz sem se preocupar com
adoração, “não parecem muito preocupados com seus deuses”.
Mas os símbolos
marcados em nosso corpo ou pendurados nele têm força. Estão ligados ao tempo em
que os quase humanos ainda nem falavam.
A Wikipédia
cita um Dicionário que diz: “A forma da cruz de duas vigas teve sua origem na
antiga Caldeia e foi usada como símbolo do deus Tamuz (tendo a forma do Tau
místico, a letra inicial de seu nome) naquele país e em terras adjacentes no Egito.
Por volta dos meados do terceiro século d.C, a igreja havia arrematado certos símbolos
e festas pagãs para a fé cristã”.
Alguns
protestantes dizem que a Igreja Católica é Babilônia por usar costumes oriundos
da caldeia. Mas o ser humano é milhares de anos mais antigo que os babilônios
que também herdaram os símbolos e comemorações. Citando a Enciclopédia
Britânica a Wikipédia, diz: “Encontraram-se diversos objetos, datando de longos
períodos anteriores à Era Cristã, marcados com cruzes de feitios diferentes, datando
desde a parte posterior da Idade da Pedra”.
A Bíblia fala do Tau “última letra
do alfabeto hebraico, e diz em Ezequiel 9, 1-7: “Passa pela cidade, por
Jerusalém, e marca com um TAU a fronte dos homens que gemem e choram por todas
as práticas abomináveis que se cometem” Um site franciscano, diz: “Horizontalidade
e verticalidade. As duas linhas: Céu e Terra! Temos o símbolo do TAU riscado
nas cavernas do humano primitivo. Nos objetos do Faraó Achenaton no antigo
Egito e na arte da civilização Maia.
Francisco de Assis o atualizou e
imortalizou. Não criou o TAU, mas o herdou como um símbolo seu de busca do
Divino e Salvação Universal”.
A viga
horizontal é o homem em sua vida limitada, a estaca vertical é a alma (todo
conjunto de informações de nossa vida guardados na memória de Deus) que ascende
e busca o espiritual. Os símbolos têm muita força.





Nenhum comentário:
Postar um comentário