domingo, 12 de abril de 2015

Tau - Os símbolos têm muita força.

O amigo Luciano Moura me emprestou um livro, O Último Reino, de Barnard Cornweel, sobre os Vikings. Na p 52 fala do martelo de Thor:
 “- Que negócio é este no seu pescoço?
Mostrei. Era um grosseiro martelo de ferro do tamanho do polegar de um homem.
- Ainda vamos transformar você num dinamarquês.
O martelo era o símbolo de Thor, filho de Odin. Falavam mais de Thor e me perguntava se o filho não seria mais importante que o pai. Mas ninguém parecia se importar muito com isso. Não havia sacerdotes entre os dinamarqueses, que não pareciam muito preocupados com seus deuses, embora quase todos usassem o emblema do martelo ao pescoço”.
Neste século XXI a maioria faz tatuagens, usam amuletos e a cruz sem se preocupar com adoração, “não parecem muito preocupados com seus deuses”. 

Mas os símbolos marcados em nosso corpo ou pendurados nele têm força. Estão ligados ao tempo em que os quase humanos ainda nem falavam.
A Wikipédia cita um Dicionário que diz: “A forma da cruz de duas vigas teve sua origem na antiga Caldeia e foi usada como símbolo do deus Tamuz (tendo a forma do Tau místico, a letra inicial de seu nome) naquele país e em terras adjacentes no Egito. Por volta dos meados do terceiro século d.C, a igreja havia arrematado certos símbolos e festas pagãs para a fé cristã”.
Alguns protestantes dizem que a Igreja Católica é Babilônia por usar costumes oriundos da caldeia. Mas o ser humano é milhares de anos mais antigo que os babilônios que também herdaram os símbolos e comemorações. Citando a Enciclopédia Britânica a Wikipédia, diz: “Encontraram-se diversos objetos, datando de longos períodos anteriores à Era Cristã, marcados com cruzes de feitios diferentes, datando desde a parte posterior da Idade da Pedra”. 

A Bíblia fala do Tau “última letra do alfabeto hebraico, e diz em Ezequiel 9, 1-7: “Passa pela cidade, por Jerusalém, e marca com um TAU a fronte dos homens que gemem e choram por todas as práticas abomináveis que se cometem” Um site franciscano, diz: “Horizontalidade e verticalidade. As duas linhas: Céu e Terra! Temos o símbolo do TAU riscado nas cavernas do humano primitivo. Nos objetos do Faraó Achenaton no antigo Egito e na arte da civilização Maia. 

Francisco de Assis o atualizou e imortalizou. Não criou o TAU, mas o herdou como um símbolo seu de busca do Divino e Salvação Universal”.


A viga horizontal é o homem em sua vida limitada, a estaca vertical é a alma (todo conjunto de informações de nossa vida guardados na memória de Deus) que ascende e busca o espiritual. Os símbolos têm muita força. 

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