Recebi de um
amigo um documento antigo, Fama Fraternitatis. Nele estão expostas ideias muito
sensatas, como esta: “Cedo ou tarde, as vicissitudes da existência levam o Ser
Humano a se interrogar quanto à razão de sua presença na Terra. Essa busca de uma
justificativa é natural, pois é parte integrante da alma humana e constitui o
fundamento de sua evolução. Por outro lado, os eventos que balizam a História
não se justificam somente pelo fato de que existem; eles postulam uma razão que
lhes é exterior. Pensamos que essa própria razão se integra a um processo
espiritual que incita o Ser Humano a se questionar quanto aos mistérios da vida.
Se essa busca é natural, acrescentamos que o Ser Humano é impelido à esperança
e ao otimismo por uma injunção de sua natureza divina e por um instinto biológico
de sobrevivência. Nisso, a aspiração à Transcendência aparece como uma
exigência vital da espécie humana”.
Mas, fico
pensando, vendo tantas ofertas desse sistema mundial que sugam toda atenção, onde o homem
sobrecarregado encontrará tempo para “se questionar quanto aos mistérios da
vida”? Também me pergunto, vendo alguns que buscam o espiritual, como fica o coração
e a mente de quem contraria “a exigência vital da espécie humana, a aspiração à
Transcendência”?
Eu e minha
esposa temos iniciado nosso estudo vespertino da Palavra de Deus lendo um Salmo
como oração. Ontem, este trecho nos fez pensar (17:14): “Ó Senhor Deus, livra-me
daqueles que nesta vida têm tudo o que querem!” E
logo adiante (17:15), diz o que está no fundo do coração de todo humano: “Mas
eu quero contemplar a Vossa face; e saciar-me com a visão de vosso ser”. E não
diga: Só isso!? Não, pois isto inclui alguma coisa inimaginável.
Mais pessoas importantes para mim adquiriram meu livro, Adão Feito da Terra: Alex, Alexandre, Élder e Elisnéia.
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