Por
indicação do jovem advogado Klein, comecei a ler O 12º Planeta (1976), de Zecharia
Sitchin. Ele também fala sobre a suméria, palco da história do meu livro, Adão,
Feito da Terra.
“Os
planaltos e as cadeias montanhosas estendidas em semiarco desde as montanhas
Zagros, a leste (onde hoje o Irã e o Iraque têm uma fronteira comum), através
das cadeias Ararat e Tauro ao norte, e depois descendo para o oeste e para o
sul, para as terras montanhosas da Síria, Líbano e Israel, estão repletos de
cavernas onde se preservaram provas da existência do homem pré-histórico”.
Mas sendo “cada
cabeça uma sentença”, Zecharia está preocupado com a explosão de conhecimento
do homem sumério e, como ele vivia a grande aventura espacial das décadas de
1960 e 70, procura provas diferentes das que procurei. No momento máximo da
Guerra Fria entre EUA e URSS aconteceram as missões do Projeto Apollo que duraram de 1961 a 1972.
E os pensadores “diziam lá com seus botões” p.5: “Enquanto
nós próprios nos aventuramos no espaço, um olhar novo e a aceitação das Antigas
Escrituras são mais do que oportuno. Agora que os astronautas aterraram na Lua
e missões não tripuladas exploram outros planetas, é impossível não acreditar
que uma civilização de outro planeta mais avançado que o nosso fosse capaz de
fazer aterrissar seus astronautas no planeta Terra, algures no passado”.
Ele, e
outros escritores dessa época, entenderam que o grande salto de conhecimento do
ser humano foi feito com a ajuda de extraterrestres.
Sobre aquele tempo de pouco avanço, meu livro diz p.14: “Passaram-se 4.900 séculos e essas
criaturas que deixaram sua marca no nosso DNA - tanto os registros de nossa
evolução como acontecimentos que quase dizimaram nossa espécie – conseguiram
avançar muito pouco intelectualmente. Aprenderam a se comunicar por gestos e
sons, domesticaram animais, aprenderam para que serve as plantas, construíram
utensílios de barro e pedra, fabricaram armas, produziram o fogo e aprenderam a
guardá-lo e inventaram a roda. Não podemos julgá-los, mas é muito pouco em
tanto tempo!”
Então, o
homem aprende a agricultura e começa a escrever coisas que outros entendem. Aí tudo
se apressou. Escritores daqueles anos, como o suíço Erich von Däniken e o seu Eram
os Deuses Astronautas?, escrito em 1968, pensava que seres de outros planetas
vieram ajudar os humanos. Porém, desde aqueles anos até agora, lá se vão 50
anos, ouvindo o Universo com dezenas de sonares eles se desapontaram. Nunca
ouviram comunicações de outras civilizações, só ouvem o Grande Silêncio.



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