segunda-feira, 26 de janeiro de 2015

Comentando "O 12º Planeta".

Por indicação do jovem advogado Klein, comecei a ler O 12º Planeta (1976), de Zecharia Sitchin. Ele também fala sobre a suméria, palco da história do meu livro, Adão, Feito da Terra.
“Os planaltos e as cadeias montanhosas estendidas em semiarco desde as montanhas Zagros, a leste (onde hoje o Irã e o Iraque têm uma fronteira comum), através das cadeias Ararat e Tauro ao norte, e depois descendo para o oeste e para o sul, para as terras montanhosas da Síria, Líbano e Israel, estão repletos de cavernas onde se preservaram provas da existência do homem pré-histórico”.

Mas sendo “cada cabeça uma sentença”, Zecharia está preocupado com a explosão de conhecimento do homem sumério e, como ele vivia a grande aventura espacial das décadas de 1960 e 70, procura provas diferentes das que procurei. No momento máximo da Guerra Fria entre EUA e URSS aconteceram as missões do Projeto Apollo que duraram de 1961 a 1972. 

E os pensadores “diziam lá com seus botões” p.5: “Enquanto nós próprios nos aventuramos no espaço, um olhar novo e a aceitação das Antigas Escrituras são mais do que oportuno. Agora que os astronautas aterraram na Lua e missões não tripuladas exploram outros planetas, é impossível não acreditar que uma civilização de outro planeta mais avançado que o nosso fosse capaz de fazer aterrissar seus astronautas no planeta Terra, algures no passado”.
Ele, e outros escritores dessa época, entenderam que o grande salto de conhecimento do ser humano foi feito com a ajuda de extraterrestres.
Sobre aquele tempo de pouco avanço, meu livro diz p.14: “Passaram-se 4.900 séculos e essas criaturas que deixaram sua marca no nosso DNA - tanto os registros de nossa evolução como acontecimentos que quase dizimaram nossa espécie – conseguiram avançar muito pouco intelectualmente. Aprenderam a se comunicar por gestos e sons, domesticaram animais, aprenderam para que serve as plantas, construíram utensílios de barro e pedra, fabricaram armas, produziram o fogo e aprenderam a guardá-lo e inventaram a roda. Não podemos julgá-los, mas é muito pouco em tanto tempo!”

Então, o homem aprende a agricultura e começa a escrever coisas que outros entendem. Aí tudo se apressou. Escritores daqueles anos, como o suíço Erich von Däniken e o seu Eram os Deuses Astronautas?, escrito em 1968, pensava que seres de outros planetas vieram ajudar os humanos. Porém, desde aqueles anos até agora, lá se vão 50 anos, ouvindo o Universo com dezenas de sonares eles se desapontaram. Nunca ouviram comunicações de outras civilizações, só ouvem o Grande Silêncio. 

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