“Civilização
humana, é a expressão pela qual quero significar tudo aquilo que ajudou a vida
humana a se elevar acima de sua condição animal e inclui todo o conhecimento e
capacidade que o homem adquiriu com o fim de controlar as forças da natureza e
extrair a riqueza desta para a satisfação das necessidades humanas”.
Esta
definição foi feita por Sigmund Freud no opúsculo O Futuro de uma Ilusão e
serviu como introito para um sério estudo psicológico. Continuou: “Civilização,
inclui todos os regulamentos necessários para ajustar relações dos homens uns
com os outros e, em especial, com a distribuição da riqueza disponível”.
Freud
nos ajuda a ver que a civilização tem sua parte boa, que nos interessa, e outra
ruim. Esta é que faz o cidadão escamotear impostos, pagar mau a seus
funcionários e ser vândalo durante um protesto.
“O
indivíduo é virtualmente inimigo da civilização, embora se suponha que esta
constitui um objeto do interesse humano. Por pouco que os homens sejam capazes
de existir isoladamente, sentem, não obstante, como um pesado fardo e mesmo um
sacrifício, o que a civilização deles espera a fim de tornar possível a vida
comunitária”.
Daí,
Freud diz que existe um paradoxo: a civilização que existe para proteger a
pessoa tem de se proteger contra ela: “A civilização, portanto, tem de ser
defendida contra o indivíduo. Seus regulamentos, instituições e ordens dirigem-se
a essa tarefa e servem para proteger a sociedade contra os impulsos hostis dos
homens contra tudo o que contribui para conquista da natureza e a produção de
riqueza”.
Vai
entender a cabeça da gente!
Novos amigos vão saber como o ser humano se civilizou, lendo Adão, Feito da Terra: advogada Cida, da rua S. João; Roberto, o advogado do Aterrado; Mayla, do gás de Casa de Pedra e Joncésar, da imobiliária Altina.





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