Quando
ordenou o ataque aéreo contra os fanáticos jihadistas no Iraque, Barack Obama disse: “As
conquistas dos rebeldes desafiaram minhas previsões e planos”. Este estereótipo
do soldado árabe existe desde o século VII. O escritor de História de
Heráclito, Sebeos, assim descreveu o ataque árabe a Constantinopla: “Vieram de
um vasto e terrível deserto, encheram a terra, conquistaram e esmagaram cidades com
os pés. Assim se cumpriu a profecia do Apocalipse, a Quarta Besta, o mais
desastroso de todos os reinos que transformará toda Terra num deserto”.
O livro
Infiéis, diz (p.82): “Em julho de 717 um exército árabe de 80 mil soldados saiu
do Oriente Médio e Norte da África e cercou Constantinopla numa longa linha
curva. No mês seguinte, uma esquadra de 1.800 barcos pequenos e 20 navios de
guerra repletos de soldados entrou no mar de Mármara e cercou a cidade pelo
lado do mar. A luta encarniçada durou um ano”.
Muitos
livros foram escritos narrando a sede de destruir e pilhar dos árabes. O livro,
diz: “Eram guerras de conversão, um dever religioso ensinado no Alcorão, mas
também eram um modo de ascensão social, pois nas pilhagens o habitante pobre do
deserto ganhava riquezas para tornar sua vida mais cômoda”.
Esse povo
continua o mesmo até hoje. A terra em que vivem é sempre uma zona de conflito.



Nenhum comentário:
Postar um comentário