quinta-feira, 21 de agosto de 2014

A terra em que vivem é sempre uma zona de conflito.

Quando ordenou o ataque aéreo contra os fanáticos jihadistas no Iraque, Barack Obama disse: “As conquistas dos rebeldes desafiaram minhas previsões e planos”. Este estereótipo do soldado árabe existe desde o século VII. O escritor de História de Heráclito, Sebeos, assim descreveu o ataque árabe a Constantinopla: “Vieram de um vasto e terrível deserto, encheram a terra, conquistaram e esmagaram cidades com os pés. Assim se cumpriu a profecia do Apocalipse, a Quarta Besta, o mais desastroso de todos os reinos que transformará toda Terra num deserto”.

O livro Infiéis, diz (p.82): “Em julho de 717 um exército árabe de 80 mil soldados saiu do Oriente Médio e Norte da África e cercou Constantinopla numa longa linha curva. No mês seguinte, uma esquadra de 1.800 barcos pequenos e 20 navios de guerra repletos de soldados entrou no mar de Mármara e cercou a cidade pelo lado do mar. A luta encarniçada durou um ano”.
Muitos livros foram escritos narrando a sede de destruir e pilhar dos árabes. O livro, diz: “Eram guerras de conversão, um dever religioso ensinado no Alcorão, mas também eram um modo de ascensão social, pois nas pilhagens o habitante pobre do deserto ganhava riquezas para tornar sua vida mais cômoda”.


Esse povo continua o mesmo até hoje. A terra em que vivem é sempre uma zona de conflito. 

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